Gone Home – 2013 (The Fullbright Company)

PC – Aventura | Point e Click

Existem vários modos de contar uma história, os mais comuns são por livros, filmes, novelas, músicas, séries, entre outras. Mas existe um outro modo de contar histórias, um modo mais recente e que vem ganhando várias ótimas histórias inéditas como The Last of Us, Final Fantasy VII e Braid. E a essas obras-primas agora juntou-se Gone Home!

Gone Home é um jogo simples, na verdade muito simples, nele não há brigas, nem morte, nem sangue, nem correria, nem armas, muito menos vilões, zumbis ou qualquer outra coisa que ameace a vida do personagem principal. Ele somente narra a história de uma família comum, simples assim!

Nesse jogo controlamos Kaitlin, uma garota que acaba de chegar de uma longa viagem à Europa. Seu novo destino é a nova casa de sua família, qual ela não conhece, pois eles mudaram-se para ela quando Kat estava na Europa. Logo ao entrar em casa Kat percebe que a casa está vazia e que seus pais e sua irmã ainda não terminaram de arrumar a mudança, pois há caixas por todo lado. Cabe então a Kat descobrir o porquê da ausência da família.

Não se pode falar tanto dessa história sem entregar muita coisa. Mas ela é uma linda história, onde revela vários segredos de Sam, irmã de Kat, mas que não deixa de explorar também seus pais e seus segredos.

A história também aborda um assunto muito em pauta ultimamente, onde põe a prova os princípios do jogador.

Espetacular, tanto por sua narrativa, quanto por sua simplicidade, curto, não mais que uma ou duas horas, Gone Home é um game que deve ser jogado por até aqueles que não têm costume de jogar games.

A The Fullbright Company, produtora do game está de parabéns, por essa que é sua primeira obra, com ela ganhou não só a notoriedade no mundo dos games, mas também vários prêmios de melhor jogo do ano.

Uma dica final: não importa o que aconteça, não subam no sótão antes de ter certeza que explorou toda a casa, pois o jogo dá brechas para que isso ocorra caso você seja um exímio explorador de cenários, o que foi o meu caso.

Gounford acredita que boa histórias são boas histórias, não importa como são contadas.

Postado em by Kinho - Review